sábado, 8 de novembro de 2008


"Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofroantes, durante e depois de te encontrar. Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil delidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar .Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência, pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência."

Martha Medeiros

domingo, 2 de novembro de 2008

Me sinto livre então, de todos os fantasmas de meu passado. Todos os vultos confusos que pertubavam a minha mente. Estou focada apenas um destino, um romance. Chega de todos aqueles desvaneios e indecisões.
Está na hora de saber por quem eu quero ser levada da chuva para o sol, e por quem quero ser balançada em um balanço de cordas velhas e seguras. E eu sei.
"Chegou a hora de recomeçar, acreditar que pode ser melhor assim" 

Bruna Berri

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Aleluia, aleluia.

Quer saber? Cansei.
Cansei de esperar o príncipe sabendo que ele é o sapo. De idealizar um amor que nem ao menos é correspondido. Não nasci para correr atrás e muito menos para conquistar quem não dá a mínima para mim.
Cansei de suas palavras sempre iguais, de seu humor inconstante, de você só me querer quando você quiser e na hora que der vontade. Enjoei de você, quero gostar de outra pessoa.
E depois de um ano repetindo isso, dessa vez eu sei, estou falando sério.


Bruna Berri

quarta-feira, 1 de outubro de 2008


"Ninguém acredita na gente: nenhum cartomante, nenhum pai-de-santo, nenhuma terapeuta, nenhum parente, nenhum amigo, nenhum e-mail, nenhuma mensagem de texto, nenhum rastro, nenhuma reza, nenhuma fofoca e, principalmente (ou infelizmente): nem você".


Tati Bernardi

terça-feira, 30 de setembro de 2008


Estou agindo como se eu fosse uma adolescente boba, enlouquecida por uma paixão um tanto quanto platônica, que escrevesse recados de caneta cor-de-rosa no caderno dele, que o espiasse pela frestinha das persianas da janela, que medisse qualquer palavra, que mandasse beijos irônicos ao em vez de responder, que perdesse horas de seu dia imaginando como seria bom passar o resto da vida olhando os olhos dele todas as manhãs.
Como se.
Bruna Berri